Às vezes me pego pensando por que existem tantos credos religiosos, se existe apenas um Deus. Se a verdade deixada por Jesus é tão simples. “ O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15:12) Por que tantos caminhos diferentes se queremos chegar a um mesmo ponto? Por que tantos movimentos, encontros, conferências buscando essa unificação e cada vez mais proliferam-se tendências religiosas diferentes? O que está faltando? Seria humildade? Em muitos casos sabemos que, inescrupulosos, embalados pela ganância, se aproveitam da boa fé de pessoas humildes para se enriquecer ilicitamente. Acredito até que em alguns setores existe o que poderíamos chamar de arrogância religiosa. Pessoas que tem um cargo ou função religiosa e se julgam donos da verdade. Se esquecem que a autoridade é alicerçada no respeito e na responsabilidade e não na vaidade. Responsabilidade essa que o levará a atender a todos os que o procurem indistintamente. Respeito esse que o levará aceitar as diferenças do outro. Se esquecem que o verdadeiro amor se embasa na sabedoria e não na inteligência. E sabedoria é entender que cada um de nós tivemos uma história de vida diferente, portanto reagimos diferentemente em relação ao mundo que nos cerca. Alem disso devemos nos lembrar que todos nós pertencemos a uma mesma raça – a humana. Somos iguais no princípio e no fim. Isso é o que importa. Portanto as diferenças de cor, credo, tendências políticas, ideológicas, sexuais, são detalhes que não devem ser motivos para sustentar ódios, rancores e guerras. E sabemos que, ainda hoje, muitos matam em nome de Deus.
Assim sendo, porque não nos unirmos em torno do único e verdadeiro Deus, respeitando as pequenas diferenças de cada um e comungando um mesmo ideal religioso – sermos felizes. Não foi para isso que fomos criados?
Etimologicamente, a palavra ecumenismo vem do grego. Se buscarmos na Wikipédia encontraremos o seguinte: Ecumenismo (ou eucumenismo) é o processo de busca da unidade. O termo provém da palavra grega "oikos" (casa), designando "toda a terra habitada". Num sentido mais restrito, emprega-se o termo para os esforços em favor da unidade entre igrejas cristãs; num sentido lato, pode designar a busca da unidade entre as religiões ou, mesmo, da humanidade. Neste último sentido, emprega-se também o termo "macro-ecumenismo". Surgiu na Conferência Missionária Mundial, em Edimburgo, em 1910, que resultou em dois congressos posteriores, em Estocolmo, em 1925 e Oxford em 1939.
Que bom seria se conseguíssemos absorver esse último sentido do termo e em tempo de globalização econômica, globalizássemos também o bem estar. A dignidade existencial, o prazer de viver, a felicidade.
Que tal resgatarmos o grande humanista Thomas More e acreditarmos na utopia ?
Sonhar só faz bem.
José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
moreira@baciotti.com
8 de agosto de 2009
6 de agosto de 2009
Duas histórias diferentes e um final surpreendente
Muitos anos atrás, Al Capone possuía virtualmente Chicago.
Capone não era famoso por nenhum ato heróico.
Ele era notório por empastar a cidade com tudo relativo a contrabando, bebida, prostituição e assassinatos.
Capone tinha um advogado apelidado 'Easy Eddie'. Era o seu advogado por um excelente motivo. Eddie era muito bom!
Na realidade, sua habilidade, manobrando no cipoal legal, manteve Al Capone fora da prisão por muito tempo.
Para mostrar seu apreço, Capone lhe pagava muito bem.
Não só o dinheiro era grande, como Eddie também tinha vantagens especiais.
Por exemplo, ele e a família moravam em uma mansão protegida, com todas as conveniências possíveis.
A propriedade era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro em Chicago. Eddie vivia a vida da alta roda de Chicago, mostrando pouca preocupação com as atrocidades que ocorriam à sua volta.
No entanto, Easy Eddie tinha um ponto fraco.
Ele tinha um filho que amava afetuosamente. Eddie cuidava que seu jovem filho tivesse o melhor de tudo: roupas, carros e uma excelente educação.
Nada era poupado. Preço não era objeção. E, apesar do seu envolvimento com o crime organizado, Eddie tentou lhe ensinar o que era certo e o que era errado.
Eddie queria que seu filho se tornasse um homem melhor que ele.
Mesmo assim, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que ele não podia dar ao filho: ele não podia transmitir-lhe um nome bom ou um bom exemplo.
Um dia, o Easy Eddie chegou a uma decisão difícil.
Easy Eddie tentou corrigir as injustiças de que tinha participado.
Ele decidiu que iria às autoridades e contaria a verdade sobre Al 'Scarface' Capone, limpando o seu nome manchado e oferecendo ao filho alguma semelhança de integridade.
Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a quadrilha, e sabia que o preço seria muito alto.
Ainda assim, ele testemunhou.
Em um ano, a vida de Easy Eddie terminou em um tiroteio em uma rua de Chicago.
Mas aos olhos dele, ele tinha dado ao filho o maior presente que poderia oferecer, ao maior preço que poderia pagar.
A polícia recolheu em seus bolsos um rosário, um crucifixo, uma medalha religiosa e um poema, recortado de uma revista.
O poema:
'O relógio de vida recebe corda apenas uma vez.
E nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros pararão, se mais cedo ou mais tarde.
Agora é o único tempo que você possui.
Viva, ame e trabalhe com vontade.
Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento.'
(CONTINUEM LENDO)
HISTÓRIA NÚMERO DOIS
A Segunda Guerra Mundial produziu muitos heróis.
Um deles foi o Comandante Butch O'Hare.
Ele era um piloto de caça, operando no porta-aviões Lexington, no Pacífico Sul.
Um dia, o seu esquadrão foi enviado em uma missão.
Quando já estavam voando, ele notou pelo medidor de combustível que alguém tinha esquecido de encher os tanques.
Ele não teria combustível suficiente para completar a missão e retornar ao navio.
O líder do vôo o instruiu a voltar ao porta-aviões.
Relutantemente, ele saiu da formação e iniciou a volta à frota.
Quando estava voltando ao navio-mãe viu algo que fez seu sangue gelar: um esquadrão de aviões japoneses voava na direção da frota americana.
Com os caças americanos afastados da frota, ela ficaria indefesa ao ataque.
Ele não podia alcançar seu esquadrão nem avisar a frota da aproximação do perigo.
Havia apenas uma coisa a fazer.
Ele teria que desviá-los da frota de alguma maneira.
Afastando todos os pensamentos sobre a sua segurança pessoal, ele mergulhou sobre a formação de aviões japoneses.
Seus canhões de calibre 50, montados nas asas, disparavam enquanto ele atacava um surpreso avião inimigo e em seguida outro.
Butch costurou dentro e fora da formação, agora rompida e incendiou tantos aviões quanto possível, até que sua munição finalmente acabou.
Ainda assim, ele continuou a agressão.
Mergulhava na direção dos aviões, tentando destruir e danificar tantos aviões inimigos quanto possível, tornando-os impróprios para voar.
Finalmente, o exasperado esquadrão japonês partiu em outra direção.
Profundamente aliviado, Butch O'Hare e o seu avião danificado se dirigiram para o porta-aviões.
Logo à sua chegada ele informou seus superiores sobre o acontecido.
O filme da máquina fotográfica montada no avião contou a história com detalhes.
Mostrou a extensão da ousadia de Butch em atacar o esquadrão japonês para proteger a frota.
Na realidade, ele tinha destruído cinco aeronaves inimigas.
Isto ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1942, e por aquela ação Butch se tornou o primeiro Ás da Marinha na 2ª Guerra Mundial, e o primeiro Aviador Naval a receber a Medalha Congressional de Honra.
No ano seguinte Butch morreu em combate aéreo com 29 anos de idade.
Sua cidade natal não permitiria que a memória deste herói da 2ª Guerra desaparecesse, e hoje, o Aeroporto O'Hare, o principal de Chicago, tem esse nome em tributo à coragem deste grande homem.
Assim, se porventura você passar no O'Hare International, pense nele e vá ao Museu comemorativo sobre Butch, visitando sua estátua e a Medalha de Honra. Fica situado entre os Terminais 1 e 2.
O que têm estas duas histórias de comum entre elas?
Butch O'Hare era o filho de Easy Eddie.
Somos espelhos para nossos filhos! NÃO SE ESQUEÇA DISSO.
Capone não era famoso por nenhum ato heróico.
Ele era notório por empastar a cidade com tudo relativo a contrabando, bebida, prostituição e assassinatos.
Capone tinha um advogado apelidado 'Easy Eddie'. Era o seu advogado por um excelente motivo. Eddie era muito bom!
Na realidade, sua habilidade, manobrando no cipoal legal, manteve Al Capone fora da prisão por muito tempo.
Para mostrar seu apreço, Capone lhe pagava muito bem.
Não só o dinheiro era grande, como Eddie também tinha vantagens especiais.
Por exemplo, ele e a família moravam em uma mansão protegida, com todas as conveniências possíveis.
A propriedade era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro em Chicago. Eddie vivia a vida da alta roda de Chicago, mostrando pouca preocupação com as atrocidades que ocorriam à sua volta.
No entanto, Easy Eddie tinha um ponto fraco.
Ele tinha um filho que amava afetuosamente. Eddie cuidava que seu jovem filho tivesse o melhor de tudo: roupas, carros e uma excelente educação.
Nada era poupado. Preço não era objeção. E, apesar do seu envolvimento com o crime organizado, Eddie tentou lhe ensinar o que era certo e o que era errado.
Eddie queria que seu filho se tornasse um homem melhor que ele.
Mesmo assim, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que ele não podia dar ao filho: ele não podia transmitir-lhe um nome bom ou um bom exemplo.
Um dia, o Easy Eddie chegou a uma decisão difícil.
Easy Eddie tentou corrigir as injustiças de que tinha participado.
Ele decidiu que iria às autoridades e contaria a verdade sobre Al 'Scarface' Capone, limpando o seu nome manchado e oferecendo ao filho alguma semelhança de integridade.
Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a quadrilha, e sabia que o preço seria muito alto.
Ainda assim, ele testemunhou.
Em um ano, a vida de Easy Eddie terminou em um tiroteio em uma rua de Chicago.
Mas aos olhos dele, ele tinha dado ao filho o maior presente que poderia oferecer, ao maior preço que poderia pagar.
A polícia recolheu em seus bolsos um rosário, um crucifixo, uma medalha religiosa e um poema, recortado de uma revista.
O poema:
'O relógio de vida recebe corda apenas uma vez.
E nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros pararão, se mais cedo ou mais tarde.
Agora é o único tempo que você possui.
Viva, ame e trabalhe com vontade.
Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento.'
(CONTINUEM LENDO)
HISTÓRIA NÚMERO DOIS
A Segunda Guerra Mundial produziu muitos heróis.
Um deles foi o Comandante Butch O'Hare.
Ele era um piloto de caça, operando no porta-aviões Lexington, no Pacífico Sul.
Um dia, o seu esquadrão foi enviado em uma missão.
Quando já estavam voando, ele notou pelo medidor de combustível que alguém tinha esquecido de encher os tanques.
Ele não teria combustível suficiente para completar a missão e retornar ao navio.
O líder do vôo o instruiu a voltar ao porta-aviões.
Relutantemente, ele saiu da formação e iniciou a volta à frota.
Quando estava voltando ao navio-mãe viu algo que fez seu sangue gelar: um esquadrão de aviões japoneses voava na direção da frota americana.
Com os caças americanos afastados da frota, ela ficaria indefesa ao ataque.
Ele não podia alcançar seu esquadrão nem avisar a frota da aproximação do perigo.
Havia apenas uma coisa a fazer.
Ele teria que desviá-los da frota de alguma maneira.
Afastando todos os pensamentos sobre a sua segurança pessoal, ele mergulhou sobre a formação de aviões japoneses.
Seus canhões de calibre 50, montados nas asas, disparavam enquanto ele atacava um surpreso avião inimigo e em seguida outro.
Butch costurou dentro e fora da formação, agora rompida e incendiou tantos aviões quanto possível, até que sua munição finalmente acabou.
Ainda assim, ele continuou a agressão.
Mergulhava na direção dos aviões, tentando destruir e danificar tantos aviões inimigos quanto possível, tornando-os impróprios para voar.
Finalmente, o exasperado esquadrão japonês partiu em outra direção.
Profundamente aliviado, Butch O'Hare e o seu avião danificado se dirigiram para o porta-aviões.
Logo à sua chegada ele informou seus superiores sobre o acontecido.
O filme da máquina fotográfica montada no avião contou a história com detalhes.
Mostrou a extensão da ousadia de Butch em atacar o esquadrão japonês para proteger a frota.
Na realidade, ele tinha destruído cinco aeronaves inimigas.
Isto ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1942, e por aquela ação Butch se tornou o primeiro Ás da Marinha na 2ª Guerra Mundial, e o primeiro Aviador Naval a receber a Medalha Congressional de Honra.
No ano seguinte Butch morreu em combate aéreo com 29 anos de idade.
Sua cidade natal não permitiria que a memória deste herói da 2ª Guerra desaparecesse, e hoje, o Aeroporto O'Hare, o principal de Chicago, tem esse nome em tributo à coragem deste grande homem.
Assim, se porventura você passar no O'Hare International, pense nele e vá ao Museu comemorativo sobre Butch, visitando sua estátua e a Medalha de Honra. Fica situado entre os Terminais 1 e 2.
O que têm estas duas histórias de comum entre elas?
Butch O'Hare era o filho de Easy Eddie.
Somos espelhos para nossos filhos! NÃO SE ESQUEÇA DISSO.
3 de agosto de 2009
Espiritualidade
O que seria a espiritualidade ? Espiritualidade para o nosso raciocínio é o equilíbrio de nossas forças internas. É um atributo pessoal que nos dá serenidade e força para agirmos no mundo exterior. O homem que cuida de sua espiritualidade é um homem que tem fé. Que acredita no que não vê. Crê naquilo que sua experiência existencial mais seu esforço intelectual lhe permitem confiar.
Bem, partindo dessa definição que imaginei, tentarei algumas colocações pertinentes.
Nós, humanos, conhecemos três princípios energéticos aos quais estamos submetidos durante nossa vida, que são: o físico, o mental e o espiritual. Entendemos também que a substância do princípio físico é a força, que é representada pelos músculos. Assim, é tão mais forte, quanto musculoso for o homem. Quanto mais vigor físico, mais poder. No começo dos tempos era assim. Essa supremacia muscular representava a supremacia social para os homens primitivos – o chefe era o mais forte. Porém com o passar dos tempos, essa superioridade da força foi confrontada com o pensamento e gradativamente implanta-se o império do princípio mental, do racional. A Esparta bélica defronta-se com a Atenas intelectual. Aqui deparamo-nos com o substrato do princípio mental, que não é outro senão a lógica, o raciocínio correto e coerente. Mas felizmente a evolução continua e mais e mais pessoas estão descobrindo que o importante mesmo é o espírito. A matéria morre, se decompõe, se transforma em pó inerte. Hoje já temos em várias frentes, o reconhecimento do aspecto espiritual. Quanto mais for verdadeiramente evoluído um povo, tanto mais será desenvolvido espiritualmente. É bom lembrar que não estamos falando de religião. Espiritualidade não quer dizer necessariamente religiosidade. Cada indivíduo pode ser caracterizado por sua religiosidade, suas crenças particulares e práticas relativas a sua religião, sem no entanto, ter um alto nível de espiritualidade. Espiritualidade é a ascensão do aspecto espiritual sobre o mental e o físico. No entanto grande parte da humanidade ainda não compreende isso. Daí a proliferação de seitas e igrejinhas aqui e acolá. Basta alguém falar bonito demonstrando um pouco de conhecimento bíblico (leia-se decoreba da bíblia) e já se tem uma turba de seguidores. Ávidos por saciar suas necessidade espirituais, seus anseios por felicidade.
Podemos dizer que esse aspecto, objeto de minhas reflexões, é sustentado pela fé e pela crença inabalável no possível. A um observador sábio, não faltam provas dos resultados positivos do poder da espiritualidade.
Assim, entendemos, que o homem é um ser composto por matéria e espírito. Porém hoje, apesar do avanço científico, do desenvolvimento intelectual, o homem insiste em valorizar mais a matéria em detrimento do espírito. O culto ao corpo sobrepõe ao do espírito. Assistimos hoje uma explosão de cuidados com a beleza. Preocupação exagerada com o físico, portanto com a matéria. Preocupação que chega ser angustiante. Se a mulher veste uma roupa e a sente apertada já é motivo para se sentir preocupa, é sinal que ganhou uns quilinhos a mais e isso é terrível.
Academias espalham-se pelas cidades. Programas de emagrecimento com acompanhamento científico é a coqueluche nos spas. As pessoas se submetem a variadas torturas. Aplicações de botox, silicone, bronzeamento artificial etc. As candidatas a modelo chegam à beira da anorexia. Criou-se até uma lei proibindo o emagrecimento exagerado nas passarelas. Cirurgias as mais diversas são criadas em nome da beleza, nem sempre em nome da saúde.
Muito bem, e a outra parte? A espiritual. Existe a mesma preocupação com ela? O que está acontecendo com a nossa espiritualidade? Você se lembra da última vez que fez um retiro espiritual? Um recolhimento talvez? Uma auto-análise? Uma introspecção que seja?
Sabemos que o nosso espírito precisa disso, mas sabemos também da dificuldade dessa prática no mundo pós-moderno. O homem hoje é bombardeado com um número estratosférico de informações diárias. Isso cria um burburinho tal em sua mente, que inibe, que dificulta uma meditação mais profunda e eficiente. Ao mesmo tempo cria em nosso interior um vazio enorme. E essa vacuidade é responsável pela angústia e pela depressão. Daí o crescente número de pessoas em busca de auxílio nas clínicas psiquiátricas. O número de profissionais da área psicológica é cada vez maior. Não é sem razão que o consumo de anti-depressivos no Brasil cresceu 42% nos últimos 4 anos. As pessoas buscam a felicidade em tudo, inclusive, e principalmente no material, se esquecendo que o eterno é o espírito. Assim sendo o que devemos fortalecer é o espírito. A fortuna que devemos acumular é aquela invisível aos olhos. Ela só é percebida pelo sexto sentido. Essa é a riqueza que realmente vai nos fazer feliz. Em não sendo assim iremos entulhar o nosso cofre e esvaziar o nosso coração. E aí o que teremos? Um espírito fraco. E nessas circunstâncias o nosso espírito se encontrará vazio. Com fome. E para fome espiritual, só alimento espiritual. E não há melhor alimento para o espírito do que aquele recomendado pelo próprio Cristo: “Tomai e bebei dele todos, pois isso é o meu sangue...” e “Tomai e comei dele todos, pois isso é a minha carne...” Evidentemente que aqui carece-se de uma reflexão exegética.
A respeito da riqueza espiritual, cito na íntegra, o que disse Sir John Templeton, um dos homens mais ricos dos Estados Unidos: “Se não desenvolvermos um reservatório de riqueza espiritual, provavelmente não há dinheiro que nos faça feliz. A riqueza espiritual proporcionará a fé, nos dá amor, traz e expande a sabedoria. A riqueza espiritual leva à felicidade porque nos orienta para relacionamentos úteis e afetuosos. Tendo a riqueza espiritual como a base e segurança de nossas vidas, ganhamos uma profunda e duradoura paz que não pode ser obtida apenas com riqueza material”
A dimensão espiritual está implícita na natureza humana e a vivência espiritual comumente é uma experiência subjetiva, individual, particular, mas que algumas vezes pode ser compartilhada com os outros. Isso será explícito, por exemplo, na prática da solidariedade. Oportunidade de exercitarmos a espiritualidade na experiência fraterna.
Ainda bem, que já sentimos no homem contemporâneo uma pontinha de preocupação com o aspecto espiritual. Como já disse, o homem hoje, embora sem saber direito, está a procura de um caminho espiritual. Quem tem o costume de navegar pela internet, já percebeu o sem número de mensagens de cunho espiritualista que nos chegam todos os dias. É a busca de alguma coisa que sacie a sede do espírito. É a necessidade do ser humano de atender o objetivo para o qual foi criado – ser feliz.
Concluindo, devemos nos lembrar que, o caminho do aperfeiçoamento espiritual não é fácil. Obstáculos mil existem, pois os nossos sentidos nos traem, frente ao chamamento intensivo para o gozo dos benefícios do mundo profano. Mas o sábio consegue fazer a distinção e certamente encontrará a paz.
Quanto a isso nos faz bem lembrar que: se o leito do rio fosse absolutamente liso, sem nenhum obstáculo, jamais ouviríamos a música do borbulhar das águas.
José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
moreira@baciotti.com
Bem, partindo dessa definição que imaginei, tentarei algumas colocações pertinentes.
Nós, humanos, conhecemos três princípios energéticos aos quais estamos submetidos durante nossa vida, que são: o físico, o mental e o espiritual. Entendemos também que a substância do princípio físico é a força, que é representada pelos músculos. Assim, é tão mais forte, quanto musculoso for o homem. Quanto mais vigor físico, mais poder. No começo dos tempos era assim. Essa supremacia muscular representava a supremacia social para os homens primitivos – o chefe era o mais forte. Porém com o passar dos tempos, essa superioridade da força foi confrontada com o pensamento e gradativamente implanta-se o império do princípio mental, do racional. A Esparta bélica defronta-se com a Atenas intelectual. Aqui deparamo-nos com o substrato do princípio mental, que não é outro senão a lógica, o raciocínio correto e coerente. Mas felizmente a evolução continua e mais e mais pessoas estão descobrindo que o importante mesmo é o espírito. A matéria morre, se decompõe, se transforma em pó inerte. Hoje já temos em várias frentes, o reconhecimento do aspecto espiritual. Quanto mais for verdadeiramente evoluído um povo, tanto mais será desenvolvido espiritualmente. É bom lembrar que não estamos falando de religião. Espiritualidade não quer dizer necessariamente religiosidade. Cada indivíduo pode ser caracterizado por sua religiosidade, suas crenças particulares e práticas relativas a sua religião, sem no entanto, ter um alto nível de espiritualidade. Espiritualidade é a ascensão do aspecto espiritual sobre o mental e o físico. No entanto grande parte da humanidade ainda não compreende isso. Daí a proliferação de seitas e igrejinhas aqui e acolá. Basta alguém falar bonito demonstrando um pouco de conhecimento bíblico (leia-se decoreba da bíblia) e já se tem uma turba de seguidores. Ávidos por saciar suas necessidade espirituais, seus anseios por felicidade.
Podemos dizer que esse aspecto, objeto de minhas reflexões, é sustentado pela fé e pela crença inabalável no possível. A um observador sábio, não faltam provas dos resultados positivos do poder da espiritualidade.
Assim, entendemos, que o homem é um ser composto por matéria e espírito. Porém hoje, apesar do avanço científico, do desenvolvimento intelectual, o homem insiste em valorizar mais a matéria em detrimento do espírito. O culto ao corpo sobrepõe ao do espírito. Assistimos hoje uma explosão de cuidados com a beleza. Preocupação exagerada com o físico, portanto com a matéria. Preocupação que chega ser angustiante. Se a mulher veste uma roupa e a sente apertada já é motivo para se sentir preocupa, é sinal que ganhou uns quilinhos a mais e isso é terrível.
Academias espalham-se pelas cidades. Programas de emagrecimento com acompanhamento científico é a coqueluche nos spas. As pessoas se submetem a variadas torturas. Aplicações de botox, silicone, bronzeamento artificial etc. As candidatas a modelo chegam à beira da anorexia. Criou-se até uma lei proibindo o emagrecimento exagerado nas passarelas. Cirurgias as mais diversas são criadas em nome da beleza, nem sempre em nome da saúde.
Muito bem, e a outra parte? A espiritual. Existe a mesma preocupação com ela? O que está acontecendo com a nossa espiritualidade? Você se lembra da última vez que fez um retiro espiritual? Um recolhimento talvez? Uma auto-análise? Uma introspecção que seja?
Sabemos que o nosso espírito precisa disso, mas sabemos também da dificuldade dessa prática no mundo pós-moderno. O homem hoje é bombardeado com um número estratosférico de informações diárias. Isso cria um burburinho tal em sua mente, que inibe, que dificulta uma meditação mais profunda e eficiente. Ao mesmo tempo cria em nosso interior um vazio enorme. E essa vacuidade é responsável pela angústia e pela depressão. Daí o crescente número de pessoas em busca de auxílio nas clínicas psiquiátricas. O número de profissionais da área psicológica é cada vez maior. Não é sem razão que o consumo de anti-depressivos no Brasil cresceu 42% nos últimos 4 anos. As pessoas buscam a felicidade em tudo, inclusive, e principalmente no material, se esquecendo que o eterno é o espírito. Assim sendo o que devemos fortalecer é o espírito. A fortuna que devemos acumular é aquela invisível aos olhos. Ela só é percebida pelo sexto sentido. Essa é a riqueza que realmente vai nos fazer feliz. Em não sendo assim iremos entulhar o nosso cofre e esvaziar o nosso coração. E aí o que teremos? Um espírito fraco. E nessas circunstâncias o nosso espírito se encontrará vazio. Com fome. E para fome espiritual, só alimento espiritual. E não há melhor alimento para o espírito do que aquele recomendado pelo próprio Cristo: “Tomai e bebei dele todos, pois isso é o meu sangue...” e “Tomai e comei dele todos, pois isso é a minha carne...” Evidentemente que aqui carece-se de uma reflexão exegética.
A respeito da riqueza espiritual, cito na íntegra, o que disse Sir John Templeton, um dos homens mais ricos dos Estados Unidos: “Se não desenvolvermos um reservatório de riqueza espiritual, provavelmente não há dinheiro que nos faça feliz. A riqueza espiritual proporcionará a fé, nos dá amor, traz e expande a sabedoria. A riqueza espiritual leva à felicidade porque nos orienta para relacionamentos úteis e afetuosos. Tendo a riqueza espiritual como a base e segurança de nossas vidas, ganhamos uma profunda e duradoura paz que não pode ser obtida apenas com riqueza material”
A dimensão espiritual está implícita na natureza humana e a vivência espiritual comumente é uma experiência subjetiva, individual, particular, mas que algumas vezes pode ser compartilhada com os outros. Isso será explícito, por exemplo, na prática da solidariedade. Oportunidade de exercitarmos a espiritualidade na experiência fraterna.
Ainda bem, que já sentimos no homem contemporâneo uma pontinha de preocupação com o aspecto espiritual. Como já disse, o homem hoje, embora sem saber direito, está a procura de um caminho espiritual. Quem tem o costume de navegar pela internet, já percebeu o sem número de mensagens de cunho espiritualista que nos chegam todos os dias. É a busca de alguma coisa que sacie a sede do espírito. É a necessidade do ser humano de atender o objetivo para o qual foi criado – ser feliz.
Concluindo, devemos nos lembrar que, o caminho do aperfeiçoamento espiritual não é fácil. Obstáculos mil existem, pois os nossos sentidos nos traem, frente ao chamamento intensivo para o gozo dos benefícios do mundo profano. Mas o sábio consegue fazer a distinção e certamente encontrará a paz.
Quanto a isso nos faz bem lembrar que: se o leito do rio fosse absolutamente liso, sem nenhum obstáculo, jamais ouviríamos a música do borbulhar das águas.
José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
moreira@baciotti.com
31 de julho de 2009
Drogas e Violência
É muito cruel e desastrosa essa parceria. Sofre a vítima, sofre a família e os amigos e sofre a sociedade. Sofre a vítima, o usuário, com o mal físico e psicológico provocado por todo tipo de drogas. Sofre a família e os amigos, com a perda de um uma pessoa querida que sai do convívio afetivo de seu grupo e sofre a sociedade, com os gastos vultosos que o poder público é obrigado a fazer com todo tipo de ação, seja preventiva, coibitiva ou curativa para minimizar os efeitos desse terrível mal.
É uma guerra violenta travada com um inimigo que não dá tréguas e pelos noticiários que todos dias vemos na mídia, parece que estamos perdendo. Entendo que, como outros problema que afligem a sociedade brasileira, existem muitas vertentes que conduzem um jovem a entrar por esse caminho. A primeira seria a estrutura familiar, que precisa dar um berço à criança. Mas para se estruturar a família precisa de uma macroestrutura, ou seja, que a sociedade lhe dê condições de trabalho digno, de saúde e de moradia. Outro aspecto seria a educação. Uma criança/adolescente que tenha freqüentado uma escola de qualidade e que portanto tenha tido informação e formação, consegue se posicionar diante do convite vil da droga. Por último, formando o tripé desse equilíbrio psico-emocional que colocará o jovem ileso a esse mal, é a religião. Suporte espiritual que dará ao jovem a alegria de viver, livrando-o de qualquer depressão. Assim, com esse forte embasamento, emocional da família, cultural da escola e espiritual da religião, a pessoa humana tem forças para evitar esse vício.
Bem, o outro lado da questão – a violência – é simplesmente conseqüência. Todos nós sabemos que o dependente sem recursos financeiros, pratica qualquer crime para satisfazer sua necessidade. Principalmente o latrocínio e o homicídio. Daí vem a repressão e a necessidade de mais presídios e portanto mais gastos públicos para simplesmente retroalimentar o crime, pois como já se apelidou, nossos presídios estão mais para universidades do crime do que para recuperação social.
Assim sendo penso que a responsabilidade desse combate é de todos nós. Pais, professores, detentores de poderes no âmbito do legislativo, do judiciário e do executivo. Pois se vencermos será uma vitória de toda a sociedade e se perdermos, toda a sociedade será derrotada. Portanto vamos nos unir e dar as mãos, principalmente, àqueles que já estão na frente de batalha, se dedicando em trabalhos voluntários e abnegados em prol de causa tão justa.
José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
moreira@baciotti.com
É uma guerra violenta travada com um inimigo que não dá tréguas e pelos noticiários que todos dias vemos na mídia, parece que estamos perdendo. Entendo que, como outros problema que afligem a sociedade brasileira, existem muitas vertentes que conduzem um jovem a entrar por esse caminho. A primeira seria a estrutura familiar, que precisa dar um berço à criança. Mas para se estruturar a família precisa de uma macroestrutura, ou seja, que a sociedade lhe dê condições de trabalho digno, de saúde e de moradia. Outro aspecto seria a educação. Uma criança/adolescente que tenha freqüentado uma escola de qualidade e que portanto tenha tido informação e formação, consegue se posicionar diante do convite vil da droga. Por último, formando o tripé desse equilíbrio psico-emocional que colocará o jovem ileso a esse mal, é a religião. Suporte espiritual que dará ao jovem a alegria de viver, livrando-o de qualquer depressão. Assim, com esse forte embasamento, emocional da família, cultural da escola e espiritual da religião, a pessoa humana tem forças para evitar esse vício.
Bem, o outro lado da questão – a violência – é simplesmente conseqüência. Todos nós sabemos que o dependente sem recursos financeiros, pratica qualquer crime para satisfazer sua necessidade. Principalmente o latrocínio e o homicídio. Daí vem a repressão e a necessidade de mais presídios e portanto mais gastos públicos para simplesmente retroalimentar o crime, pois como já se apelidou, nossos presídios estão mais para universidades do crime do que para recuperação social.
Assim sendo penso que a responsabilidade desse combate é de todos nós. Pais, professores, detentores de poderes no âmbito do legislativo, do judiciário e do executivo. Pois se vencermos será uma vitória de toda a sociedade e se perdermos, toda a sociedade será derrotada. Portanto vamos nos unir e dar as mãos, principalmente, àqueles que já estão na frente de batalha, se dedicando em trabalhos voluntários e abnegados em prol de causa tão justa.
José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
moreira@baciotti.com
27 de julho de 2009
Os limites da complacência
Se questionarmos pais e professores atualmente sobre o que querem para seus filhos e alunos, por certo a resposta será, que tenham sucesso na vida. Se perguntarmos o que significa sucesso, com certeza irão dizer, ter uma profissão, constituir uma família e se independer financeiramente. Talvez se esqueçam de dizer – ser feliz! Talvez se esqueçam que aí está a razão da existência de todo ser humano.
Bem, mas como direcionar nossa juventude para a felicidade? Eis a questão. Com certeza será imprimindo em sua formação uma forte dose de caráter firme e reto. Bons hábitos, bons costumes e um equilibrado senso de moral. É verdade que no mundo hodierno essa é uma tarefa por demais exaustiva. Temos adversários fortíssimos. Chamarizes fascinantes com perspectivas falsas mas bem atraentes. Aqui se inclui a televisão em particular e a mídia em geral, mostrando o enriquecimento fácil através do crime considerado banal. O absurdo passou a ser normal. Como, por exemplo, assassinar pais, vender filhos, ou expor o próprio corpo aos flashes dos cifrões milionários. Sem nos esquecermos das megafalcatruas e trapaças patrocinadas por “colarinhos brancos” , devidamente amparados pela imunidade parlamentar. Tudo normal. Tudo pode. Perdemos os limites da complacência. Diante dos argumentos de que vivemos outros tempos, de que o mundo mudou, somos impelidos a sermos condescendentes demais e não estabelecemos limites para os filhos, para os alunos, para os empregados, para o governo e mesmo para os bandidos. Me lembro de uma frase de um famoso político brasileiro, há algum tempo, sobre a criminalidade: “...estupra, mas não mata ”.
Chegamos a tais absurdos, quando em casa, os pais se privam de bens necessários, para municiar os filhos com supérfluos, na santa ignorância de que isso os fará mais gente. Na escola a facilitação continua. A permissividade é tamanha que já temos casos de aluno freqüentar aulas armado. Na balança da temperança, o prato da complacência é sempre mais pesado que o da exigência. Com isso, ao chegar à vida adulta, o indivíduo não aceita ser cobrado pelo patrão e esse por sua vez, tende a ser por demais “bonzinho” com os medíocres. Não se exige a excelência nem na família, nem na escola, nem no trabalho e consequentemente também não exigimos nada da classe política ou do governo.
Urge encontrarmos um meio termo na formação de nossos jovens, combinando posturas mais espartanas com a maleabilidade sincera do amor. Só assim teremos gerações mais centradas, menos frívolas e mais responsáveis.
Só assim, encontrando os limites de nossa complacência, poderemos conduzir as novas gerações para um futuro menos tenebroso do que o que se pinta em nosso horizonte, a considerarmos o liberalismo desenfreado em que se encontra hoje a nossa sociedade.
José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
moreira@baciotti.com
Bem, mas como direcionar nossa juventude para a felicidade? Eis a questão. Com certeza será imprimindo em sua formação uma forte dose de caráter firme e reto. Bons hábitos, bons costumes e um equilibrado senso de moral. É verdade que no mundo hodierno essa é uma tarefa por demais exaustiva. Temos adversários fortíssimos. Chamarizes fascinantes com perspectivas falsas mas bem atraentes. Aqui se inclui a televisão em particular e a mídia em geral, mostrando o enriquecimento fácil através do crime considerado banal. O absurdo passou a ser normal. Como, por exemplo, assassinar pais, vender filhos, ou expor o próprio corpo aos flashes dos cifrões milionários. Sem nos esquecermos das megafalcatruas e trapaças patrocinadas por “colarinhos brancos” , devidamente amparados pela imunidade parlamentar. Tudo normal. Tudo pode. Perdemos os limites da complacência. Diante dos argumentos de que vivemos outros tempos, de que o mundo mudou, somos impelidos a sermos condescendentes demais e não estabelecemos limites para os filhos, para os alunos, para os empregados, para o governo e mesmo para os bandidos. Me lembro de uma frase de um famoso político brasileiro, há algum tempo, sobre a criminalidade: “...estupra, mas não mata ”.
Chegamos a tais absurdos, quando em casa, os pais se privam de bens necessários, para municiar os filhos com supérfluos, na santa ignorância de que isso os fará mais gente. Na escola a facilitação continua. A permissividade é tamanha que já temos casos de aluno freqüentar aulas armado. Na balança da temperança, o prato da complacência é sempre mais pesado que o da exigência. Com isso, ao chegar à vida adulta, o indivíduo não aceita ser cobrado pelo patrão e esse por sua vez, tende a ser por demais “bonzinho” com os medíocres. Não se exige a excelência nem na família, nem na escola, nem no trabalho e consequentemente também não exigimos nada da classe política ou do governo.
Urge encontrarmos um meio termo na formação de nossos jovens, combinando posturas mais espartanas com a maleabilidade sincera do amor. Só assim teremos gerações mais centradas, menos frívolas e mais responsáveis.
Só assim, encontrando os limites de nossa complacência, poderemos conduzir as novas gerações para um futuro menos tenebroso do que o que se pinta em nosso horizonte, a considerarmos o liberalismo desenfreado em que se encontra hoje a nossa sociedade.
José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
moreira@baciotti.com
25 de julho de 2009
Ubuntu com cara de XP
Personalizar o GNOME do Ubuntu 9.04 para deixá-lo parecido com o Windows XP apenas executando um script.
Facilita a migração de usuários Windows para Linux.
http://ubuntu.online02.com/node/14
Facilita a migração de usuários Windows para Linux.
http://ubuntu.online02.com/node/14
Caminhantes
(por Alexandre Pelegi)
Há pessoas que deixam pegadas eternas pela vida. Seguem seu próprio
caminho, sem se importar com os obstáculos que encontram, nem com as
distâncias que as separam de seus destinos. Elas apenas caminham,
marcando cada passo com energia e convicção, deixando atrás de si um
rastro de originalidade e sabedoria. Suas pegadas só são percebidas
pelos que vêm depois, e que descobrem ser aquele o melhor caminho para
uma vida melhor. Mas os que seguem a mesma estrada e trilham as mesmas
pegadas, estes não encontrarão diante de si nem os mesmos desafios,
nem os mesmos obstáculos, e todas as descobertas já serão conhecidas.
O desafio de nossa caminhada terrena está não só em descobrir por qual
estrada devemos seguir, mas a que destino almejamos chegar. Aqueles
que olham apenas para o chão, seguindo os passos de outros,
dificilmente terão problemas no percurso. A segurança de sua jornada
está em repetir o caminho que muitos já trilharam, pois seus problemas
serão menores e mais previsíveis.
Mas há aqueles que preferem admirar as paisagens da estrada e em
sentir prazer na aventura da jornada. Na curiosidade de descobrir
novos lugares e de perceber novos encantos, eles se aventuram por
trilhas inóspitas e desconhecidas. Muitas vezes, olhando para o céu e
orientando-se pelas estrelas, eles se descobrem voltando para o local
de onde saíram, mas o atraso não os assusta, nem intimida, pois se
sentem mais seguros e animados. Eles, sem o saber, vão fazendo seu
próprio caminho.
Aqueles que seguem as trilhas demarcadas, ao contrário dos
aventureiros, chegarão sempre a algum lugar. Mas como caminharam com
os olhos pregados ao chão, pouco poderão dizer do que viram... Os que
se encantam pelo caminho dificilmente chegarão a algum ponto final,
mas saberão de muitos atalhos e terão sempre muitas histórias para
contar.
Sua maior conquista é o que aprenderam: a magia da vida está na eterna
mudança, e o destino não é algo fora de nós, mas um desafio sagrado
que trazemos na algibeira.
Há pessoas que deixam pegadas eternas pela vida. Seguem seu próprio
caminho, sem se importar com os obstáculos que encontram, nem com as
distâncias que as separam de seus destinos. Elas apenas caminham,
marcando cada passo com energia e convicção, deixando atrás de si um
rastro de originalidade e sabedoria. Suas pegadas só são percebidas
pelos que vêm depois, e que descobrem ser aquele o melhor caminho para
uma vida melhor. Mas os que seguem a mesma estrada e trilham as mesmas
pegadas, estes não encontrarão diante de si nem os mesmos desafios,
nem os mesmos obstáculos, e todas as descobertas já serão conhecidas.
O desafio de nossa caminhada terrena está não só em descobrir por qual
estrada devemos seguir, mas a que destino almejamos chegar. Aqueles
que olham apenas para o chão, seguindo os passos de outros,
dificilmente terão problemas no percurso. A segurança de sua jornada
está em repetir o caminho que muitos já trilharam, pois seus problemas
serão menores e mais previsíveis.
Mas há aqueles que preferem admirar as paisagens da estrada e em
sentir prazer na aventura da jornada. Na curiosidade de descobrir
novos lugares e de perceber novos encantos, eles se aventuram por
trilhas inóspitas e desconhecidas. Muitas vezes, olhando para o céu e
orientando-se pelas estrelas, eles se descobrem voltando para o local
de onde saíram, mas o atraso não os assusta, nem intimida, pois se
sentem mais seguros e animados. Eles, sem o saber, vão fazendo seu
próprio caminho.
Aqueles que seguem as trilhas demarcadas, ao contrário dos
aventureiros, chegarão sempre a algum lugar. Mas como caminharam com
os olhos pregados ao chão, pouco poderão dizer do que viram... Os que
se encantam pelo caminho dificilmente chegarão a algum ponto final,
mas saberão de muitos atalhos e terão sempre muitas histórias para
contar.
Sua maior conquista é o que aprenderam: a magia da vida está na eterna
mudança, e o destino não é algo fora de nós, mas um desafio sagrado
que trazemos na algibeira.
23 de julho de 2009
Curso gratuito do Sebrae
Iniciando um pequeno grande negócio
Curso gratuito do Sebrae para pessoas que jápossuem um desejam iniciar negócio próprio.
Matrículas abertas
http://ipgn.iea.com.br/
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22 de julho de 2009
Inteligência e Sabedoria
INTELIGÊNCIA E SABEDORIA
(José Moreira Filho)
Hoje, na idade contemporânea, vivemos a explosão do novo. Tudo que é novo é supostamente bom. É aceito como melhor. Isso funciona em relação aos bens de consumo em geral e infelizmente também em relação às pessoas. A palavra “novo” antecipa, quase sempre, qualquer anúncio de produto recém- produzido. Porém, nessa busca pela novidade, a sociedade se esquece de valores importantes, já há muito calcados em nossas vidas e que enriqueceram as gerações anteriores. Valoriza a cabeça – inteligência e se esquece do coração – sabedoria. Valoriza a velocidade e se esquece da experiência. Valoriza o belo em detrimento do eficiente, o glamoroso em detrimento do humilde, o eloqüente e esperto em detrimento do sábio. É uma grande pena ver essa moçada de hoje, plena de informações, no domínio de tecnologias nunca dantes vistas e absolutamente vazia de sabedoria. Não conseguindo, com todo esse arcabouço de informações, conduzir suas vidas de maneira saudável e producente. O homem na sua trajetória histórica inteligentemente criou ambientes confortáveis, facilidades e técnicas deveras eficientes para o bem estar, marchando firme rumo ao desenvolvimento, construindo o que se chamou progresso. Mas se esqueceu de caminhar rumo ao seu interior. De explorar o âmago de sua personalidade, de se conhecer e conhecer o outro. É bem verdade que o domínio da sabedoria não é uniforme no mundo. Existem culturas, exemplo, as orientais que se exercitam constantemente no aperfeiçoamento da sabedoria. Mas é uma caminhada árdua e infinita. Ninguém sabe tudo, alias já disse o grande mestre grego, Sócrates: “só sei que nada sei”.
Sabedoria humana seria a capacidade que ajuda o homem a identificar seus erros e os da sociedade e corrigi-los. "Feliz é o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire entendimento; pois melhor é o lucro que ela dá do que o lucro da prata, e a sua renda do que o ouro". (Prov. 3:13-14)
A inteligência pode ser definida como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair idéias, compreender idéias e linguagens e aprender.
O inteligente faz uso do conhecimento, o sábio o constrói. O inteligente aprende com os erros, às vezes dolorosos, o sábio os prevê e os evita. O inteligente acumula informações, o sábio imagina soluções. O inteligente necessita das letras para exercitar sua capacidade, o sábio pode ser analfabeto.
É muito útil ser inteligente mas é santificante ser sábio.
José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
moreira@baciotti.com
(José Moreira Filho)
Hoje, na idade contemporânea, vivemos a explosão do novo. Tudo que é novo é supostamente bom. É aceito como melhor. Isso funciona em relação aos bens de consumo em geral e infelizmente também em relação às pessoas. A palavra “novo” antecipa, quase sempre, qualquer anúncio de produto recém- produzido. Porém, nessa busca pela novidade, a sociedade se esquece de valores importantes, já há muito calcados em nossas vidas e que enriqueceram as gerações anteriores. Valoriza a cabeça – inteligência e se esquece do coração – sabedoria. Valoriza a velocidade e se esquece da experiência. Valoriza o belo em detrimento do eficiente, o glamoroso em detrimento do humilde, o eloqüente e esperto em detrimento do sábio. É uma grande pena ver essa moçada de hoje, plena de informações, no domínio de tecnologias nunca dantes vistas e absolutamente vazia de sabedoria. Não conseguindo, com todo esse arcabouço de informações, conduzir suas vidas de maneira saudável e producente. O homem na sua trajetória histórica inteligentemente criou ambientes confortáveis, facilidades e técnicas deveras eficientes para o bem estar, marchando firme rumo ao desenvolvimento, construindo o que se chamou progresso. Mas se esqueceu de caminhar rumo ao seu interior. De explorar o âmago de sua personalidade, de se conhecer e conhecer o outro. É bem verdade que o domínio da sabedoria não é uniforme no mundo. Existem culturas, exemplo, as orientais que se exercitam constantemente no aperfeiçoamento da sabedoria. Mas é uma caminhada árdua e infinita. Ninguém sabe tudo, alias já disse o grande mestre grego, Sócrates: “só sei que nada sei”.
Sabedoria humana seria a capacidade que ajuda o homem a identificar seus erros e os da sociedade e corrigi-los. "Feliz é o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire entendimento; pois melhor é o lucro que ela dá do que o lucro da prata, e a sua renda do que o ouro". (Prov. 3:13-14)
A inteligência pode ser definida como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair idéias, compreender idéias e linguagens e aprender.
O inteligente faz uso do conhecimento, o sábio o constrói. O inteligente aprende com os erros, às vezes dolorosos, o sábio os prevê e os evita. O inteligente acumula informações, o sábio imagina soluções. O inteligente necessita das letras para exercitar sua capacidade, o sábio pode ser analfabeto.
É muito útil ser inteligente mas é santificante ser sábio.
José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
moreira@baciotti.com
19 de julho de 2009
Free Shell SDF
O Super Dimension Fortress a mais de 20 anos fornece acesso Shell gratuito. Basta se cadastrar através de telnet ou ssh para new@sdf.lonestar.org e responder algumas perguntas que sua conta é criada.
Características da conta gratuita:
(Inbound FTP, scp and sftp access is available after validation)
O SDF é um dos poucos "Free Shells" que ainda estão operacionais.
Características da conta gratuita:
- Access to email (elm/mutt/pine/mailx) OR pop3
- Local chat (com/send/bboard)
- Choice of UNIX shell
- Hundreds of shell utilities, games and programs
- Network utilities: ping, finger, whois, traceroute
- 20 MB disk quota for your email
- 20 MB disk quota for your home directory
- 20 MB disk quota for your webspace (yourlogin.freeshell.org)
- 20 MB disk quota for your gopherspace
(Inbound FTP, scp and sftp access is available after validation)
O SDF é um dos poucos "Free Shells" que ainda estão operacionais.
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